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Inovação e sustentabilidade são prioridades na nova política industrial brasileira

  • Foto do escritor: Solano Ferreira
    Solano Ferreira
  • 24 de jan. de 2024
  • 2 min de leitura

Plano inclui financiamento para a transição verde e ações para aumentar a produtividade 



Na segunda-feira (22/01/2024), o governo federal lançou a nova política industrial do país com metas e ações para o desenvolvimento do setor até 2033. A “Nova Indústria Brasil” é resultado de um amplo diálogo entre o governo e o setor produtivo e representa um passo decisivo em direção à neoindustrialização.


“É muito importante para o Brasil que a gente volte a ter uma política industrial inovadora para que a gente possa superar, de uma vez por todas, esse problema de o Brasil nunca ser definitivamente um país grande e desenvolvido. Nós estamos sempre na beira, mas não chegamos lá”, advertiu o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.


“Essa mobilização aqui se insere em uma janela de oportunidade histórica. Esse é um tempo decisivo, que vai determinar a emergência climática, a transformação ecológica e, desse processo, vai emergir um novo arranjo das nações”, afirmou Leonardo de Castro, vice-presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI). 


Transição verde

A nova política foi desenhada a partir da ideia de missões, sendo inovação e sustentabilidade algumas delas. Cada missão tem metas com foco em aspectos como bioeconomia, descarbonização, transição e segurança energética. 


“Das seis missões, a mais importante é a transição energética e o apoio à bioeconomia e à busca da harmonização produtiva. O Brasil tem a matriz energética mais limpa do planeta e a mais competitiva a longo prazo. Nós estamos diante de uma emergência global e a transformação ecológica é uma imposição da realidade, e todo o processo produtivo vai reduzir a emissão de carbono”, avaliou Rafael Lucchesi, diretor de Desenvolvimento Industrial e Economia da CNI.


Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), a proposta é ampliar a participação dos biocombustíveis na matriz energética de transportes e reduzir a emissão de carbono da indústria nacional. Para a transformação ecológica, são áreas prioritárias a produção de bioenergia e de equipamentos para a geração de energia renovável.


Para reverter a desindustrialização, a nova política prevê a articulação de diversos instrumentos de Estado, como linhas de crédito especiais. BNDES, Finep e Embrapii farão a gestão dos R$ 300 bilhões disponíveis para financiamentos destinados à nova política industrial até 2026. Por meio destes recursos, o governo espera estimular o setor produtivo e atrair investimentos privados.


Indústria investe em sustentabilidade

Para a CNI, a adoção de práticas industriais alinhadas aos princípios da sustentabilidade estimula o desenvolvimento de soluções inovadoras e ecoeficientes, gerando vantagens competitivas. Uma indústria sustentável possibilita trilhar novas fronteiras de produção. 

“Nós temos que pensar o cimento verde, o aço verde, a bioeconomia em todos os seus campos como elemento impulsionador do nosso processo de descarbonização produtiva. E o Brasil, certamente, vai ser uma das economias que melhor vai produzir a energia verde de forma abundante e mais barata”, afirmou Rafael Lucchesi. “A ‘Nova Indústria Brasil’ tem forte aderência a tudo o que a CNI preconiza no seu Mapa Estratégico da Indústria“, concluiu.


Sobre o Projeto Indústria Verde

O Indústria Verde é uma iniciativa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) para apresentar as contribuições da indústria brasileira à agenda ambiental. A indústria é parte da solução no desenvolvimento sustentável. O setor produtivo é um dos pioneiros a assumir a responsabilidade de estimular a implementação dos compromissos climáticos no país.



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